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Livros Electrónicos

E-books e ISBNs: a posição da Agência Internacional
 
Os antecedentes do ISBN e a sua posição
 
Desde a sua criação, no final da década de 60, o ISBN tem tido como objectivo facilitar o funcionamento das cadeias de fornecimento do livro que, pela sua própria natureza, sofrem evoluções e vão originando novas necessidades e exigências. No contexto digital, tornou-se menos clara a forma como as cadeias de fornecimento se irão desenvolver e, por isso, tem vindo a gerar-se entre alguns editores uma certa incerteza quanto ao papel do ISBN neste mercado.
 
Um dos princípios do sistema de ISBN tem sido a identificação inequívoca de produtos únicos (como por exemplo uma edição de um livro). Isto tem facilitado a descoberta e aquisição dos vários títulos e possibilitou o comércio electrónico, a distribuição e a agregação de informação sobre os produtos e sobre as suas vendas. A norma ISO 2108, relativa ao ISBN, sempre exigiu que os diferentes formatos de uma mesma publicação, desde que disponibilizados separadamente, tenham um ISBN próprio.
 
Quando a norma foi revista em 2005, foi muito debatido o nível apropriado de definição quanto às publicações electrónicas. Foi acordado que deveriam aplicar-se aos livros electrónicos as mesmas regras aplicadas aos livros impressos pelo que a nova edição da norma ISO 2108:2005, relativa ao ISBN, refere:
“Cada formato distinto de uma edição electrónica (ex: “.lit”, “.pdf”, “.html”, “.pdb”) que seja publicado e disponibilizado separadamente, deverá ter um ISBN diferente.”
 
ISBNs e e-books
 
Na perspectiva da Agência Internacional do ISBN esta regra é tão importante para e-books como para os diferentes formatos de livros impressos, em especial sempre que os modelos de comércio envolvem múltiplos parceiros. Entre outras vantagens:
 
§               A atribuição de ISBNs distintos a cada um dos formatos garante que o e-book encomendado é o correcto para o leitor do utilizador e/ou a sua plataforma de software.
§               Facilita o comércio electrónico de e-books, particularmente quando são vendidos múltiplos formatos através do mesmo canal. Assim, um livreiro ou bibliotecário que deseje encomendar formatos específicos, sem uma identificação única do produto, terá que incorporar campos de metadados adicionais que exigiriam um processamento mais por cada um dos intervenientes na cadeia de fornecimento.
§               Possibilita a elaboração de relatórios de vendas e utilização e facilita a gestão dos e-books por parte dos editores.
§               O ISBN fornece um sistema global que já deu boas provas, é fácil de usar e não implica mais trabalho para se integrar nos sistemas já existentes.
 
 
Recomendação da Agência Internacional:
 
A Agência Internacional continua a recomendar que os editores atribuam ISBNs diferentes a cada um dos formatos de e-book disponibilizados separadamente.
 
Fevereiro de 2010 - Agência Internacional de ISBN - info@isbn-international.org
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